PLAY LIST

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Invocação a Lua
"Senhora do céu da noite, salpicado por estrelas,
guardadora dos nossos sonhos e visões
mostre-me como transformar os sonhos em realidade
e como viver bem a minha verdade.
Ensina-me a usar a força da vontade
para recuperar meu antigo poder.
Revele as minhas facetas de sombrar e de luz
para assim alcançar a totalidade.
Mãe, ensina-me a ouvir a minha voz interior,
silenciando o turbilhão da mente e escutando teu chamado no pulsar do meu coração."

LIVRO: "O anuário da Grande mãe" de Mirella Faur

A wicca não impede que possamos estudar outras formas de bruxaria, afinal quanto mais conhecimento mais rica se torna a vida de uma bruxa(os).
A wicca é uma forma mais moderna de praticar a Grande Arte.
#‎LilianCristal. .





Sou Sagrada Mulher que
na escuridão da noite
não se perde
meu caminho é guiado
e iluminado
pela Senhora de Prata.
Bordada no manto negro
com pedras reluzentes
envia raios luminosos
às jornadas dos que buscam
em seu silêncio
a paz em seu caminho.
Plena de mim
em mim mesma
absorvo,
absorta
as gotas de orvalho
medicina do feminino
sanadora de ventres!
Sou filha dessas águas
comandadas pela Grande Senhora
mergulho em meu templo interno
assumo-me, Mulher Sagrada
gerada e nutrida
pelas emoções da vida
pelo ventre da Terra.
Sou a que mergulha nos rios profundos
prateados por sua luz
e emerge menina
num ciclo intermitente
de nascimento
vida
morte
de sangria
de cio
de curto pavio
de explosão
de perceber-me que nos pedaços
habita o inteiro da minha alma!


Selma - 3fasesdalua



domingo, 22 de novembro de 2015

AS MOIRAS





AUTORIA:  SACERDOTISA CHARÔNMOONLUA


GAIA - DEUSA MÃE





AUTORIA:  SACERDOTISA CHARÔN  MOONLUA 


MEDUSA - VÍTIMA DE PODEROSOS





AUTORIA  SACERDOTISA  CHARÔN  MOONLUA


AFRODITE DEUSA DO AMOR





AUTORIA:  SACERDOTISA  CHARÔN  MOONLUA


BRUXA ÉVORA





DE:  SACERDOTISA  CHARÔN  MOONLUA


PANDORA - A PRIMEIRA MULHER





DE: SACERDOTISA  CHARÔN  MOONLUA


HEKATE - SENHORA DA MAGIA





DE:  SACERDOTISA CHARÔN MOONLUA


HADES







DE:  SACERDOTISA CHARÔN MOONLUA


HADES -





De: Sacerdotisa Charôn Moonlua


O RAPTO DE PERSÉFONE

sábado, 21 de novembro de 2015

Wicca e Xamanismo

Por definição, o xamanismo é considerado a primeira religião. Existia antes das mais antigas civilizações. Os xamãs eram os curandeiros, responsáveis pela distribuição do poder, masculino e feminino. Eles operavam magia e se comunicavam com os espíritos da natureza.
Os Xamãs foram os primeiros humanos com sabedoria. Eles a criaram, a descobriram, a cultivaram e utilizaram-na. Sabedoria é poder, os homens e mulheres que a possuíam eram xamãs.
Os xamãs desco...briram esse poder através do extase - um estado alterado de consciência pelos quais eles se comunicavam com as forças do Universo. Eles atingiam esse estado com a utilização de "ferramentas" como jejum, sede, autoflagelação, ingestão de substâncias alucinógicas, concentração. Controladas tais técnicas, os xamãs conseguiam conhecer outros mundos, não físicos. Eles conseguiam se comunicar com espíritos e deidades.
Posteriormente os xamãs aperfeiçoaram o uso de instrumentos como tambores, chocalhos, músicas, canticos e danças.
Dessas origens primitivas surgiram todas as formas de magia e religião, incluida a Wicca. Apesar da atual "controvérsia acerca da "antiguidade" da Wicca, ela espiritualmente descende desses ritos. Muitas das técnicas wiccannas, meditações, cânticos, dança, música, invocação são de origem xamânica.
Desse modo, a Wicca pode ser descrita como uma religião xamânica. A wicca ensina que a natureza engloba um amplo espectro de estados mentais e espirituais, podendo assim atingir um estado alterado de consciência para a conexão com a Deusa e o Deus.

Fonte: Livro Guia Essencial da Bruxa Solitária - Scott Cunningham

domingo, 15 de novembro de 2015


PRECE DA SACERDOTISA

Sou herdeira das Deusas, Rainhas e Sacerdotisas do passado  as represento hoje aqui trazendo a magia da Lua e a força da Grande Mãe à Terra. Nos momentos difíceis da minha vida, nos momentos em que me faltar sabedoria, acredito e tenho a ajuda das minhas antepassadas.
Que no momento que eu olhar o céu noturno eu saiba que tenho a mesma força das mulheres e homens que reinaram antes de mim e o fizeram guiados pela sabedoria da Grande Deusa.
Que eu como sacerdotisa da Grande Mãe jamais me esqueça do meu caminho e quando isto me ocorrer que sempre eu me religue ao poder da Terra Mãe e a força do Senhor da Natureza.
Que eu não tenha medo de olhar o mundo como minhas antepassadas que reinavam sem medo em suas comunidades, países e reinos.
Que eu seja sempre a sacerdotisa que acende a fogueira e conhece todos os caminhos do Grande Rito.
Que eu seja a bruxa e a feiticeira, a senhora que conhece os segredos da terra e da magia, que eu seja a Senhora da Vida, senhora do meu próprio destino e rainha de mim mesma exercendo a minha própria soberania.
Que eu jamais me permita subjugar ou controlar um ser para igualmente jamais ser subjugada e controlada.
Que eu sempre me lembre que todos os alimentos com que me nutro, as frutas , as ervas, as sementes e os vegetais, o leite e o pão, os animais que lavram a terra e os seres que voam provem do Útero da Mãe e como tal sejam sempre louvados e abençoados para que a colheita da minha vida, da minha alma seja sempre farta.
Que não haja em mim medo da morte e da mortalha e que eu saiba que sempre e sempre ressurgirei para uma nova vida, até que eu tenha toda a sabedoria e possa me deixar levar minha alma pelas mares do fluxo da Grande Mãe.
Que eu jamais tema a mim mesma, e minha face escura de senhora das mortalhas, ceifadora, rainha do caos, amante e feiticeira pois todos as Faces são Uma e nisto esta a sabedoria.
Que eu jamais tema a velhice e o tempo em que o sangue sagrado cessa de ser deitado a Terra, pois após a Jovem e a Mãe, sou a Grande Sábia, a Velha Anciã, a sacerdotisa de tempos passados e nisso se conserva toda a minha juventude e sabedoria.
Por isso sou  Sacerdotisa Bruxa.
Que assim seja...
Que assim se faça...!


Selma - 3fasesdalua
ASSIM FALA MORGANA



Morgana fala…
Até hoje nunca soube quantas noites e dias passei no país das fadas – até hoje minha mente se torna confusa quando tento fazer a conta. Por mais que me esforce, não acredito que fosse menos de cinco, nem mais de treze.
Tampouco tenho certeza do tempo que transcorreu fora dali, nem em Avalon, enquanto estive lá, mas como a humanidade registra melhor a passagem do tempo do que no país das fadas, sei que cerca de cinco anos se passaram.
À medida que envelheço, penso cada vez mais que talvez o que consideramos como o passar do tempo só acontece porque adquirimos o hábito, terrivelmente arraigado, de contar as coisas – os dedos de um recém-nascido, o nascer e o pôr do sol -, e por isso pensamos com muita freqüência no número de dias ou de estações que devem transcorrer antes que o grão amadureça, ou nosso filho cresça no ventre e seja dado à luz, ou que algum encontro muito desejado se concretize.
E o registramos de acordo com o passar do ano e do sol, como o primeiro dos segredos sacerdotais. No país encantado, eu nada sabia do tempo, e portanto para mim ele não passava. 


Quando dele sai, descobri que já havia mais marcas no rosto de Gwenhwyfar e que a deliciosa juventude de Elaine começava a desaparecer.
Minhas mãos, porém, não estava mais magras, meu rosto continuava intocado pelas marcas ou rugas, e embora em nossa família os cabelos embranqueçam cedo – aos dezenove anos Lancelote já tinha alguns cabelos brancos -, o meu estava tão negro e intocado pelo tempo quanto à asa de um corvo.
Cheguei a pensar que quando os druidas retiraram Avalon do mundo da contagem e do registro constantes, isso também começou a acontecer ali.
O tempo não flui sem medida em Avalon como num sonho, ou como no país das fadas.
Não obstante, o tempo começou a correr ali mais devagar. Vemos a lua e o sol da Deusa e registramos os ritos nas pedras circulares, de modo que o tempo nunca nos abandona totalmente.
Mas não corre paralelo ao tempo de outros lugares, embora se possa pensar que se os movimentos do sol e da lua fossem conhecidos de todos, o tempo em Avalon teria de passar do mesmo modo que no mundo lá fora… Mas não é assim.
Nestes últimos anos, eu podia passar um mês em Avalon e descobrir, quando saia de lá, que toda uma estação ocorrera lá fora.
E ao final daqueles anos, isso sucedeu mais amiúde, pois eu não tinha paciência para ver o que acontecia no mundo exterior.
E quando as pessoas viam que eu continuava sempre jovem, então me consideravam, mais do que nunca, uma fada ou uma feiticeira.
Mas isso foi muito, muito tempo depois.
Pois quando ouvi a Raven dar aquele grito aterrorizador que varou os espaços entre os dois mundos e chegou até mim, onde eu estava, no sono intemporal do mundo encantado, eu parti… mas não para Avalon.


Retirado de As Brumas de Avalon – A Grande Rainha, pág. 229 – 230

E assim, Arthur jazia enfim com a cabeça em meu colo, vendo-me não como irmã, amante ou inimiga, mas apenas como maga, sacerdotisa, Senhora do Lago; descansou, portanto no peito da Grande Mãe, de onde nasceu, e para quem, como todos os homens, tem a finalidade de voltar.
E talvez – enquanto eu guiava a barca que o levava, desta vez não para a ilha dos padres, mas para a verdadeira ilha sagrada no mundo das trevas que fica além do nosso, para a ilha de Avalon, aonde, agora, poucos, além de mim, poderiam ir – ele estivesse arrependido da inimizade surgida entre nós.(...)
A verdade tem muitas faces e assemelha-se à velha estrada que conduz a Avalon: o lugar para onde o caminho nos levará depende da nossa própria vontade e de nossos pensamentos, e, talvez, no fim, chegaremos ou à sagrada ilha da eternidade, ou aos padres, com seus sinos, sua morte, seu Satã e Inferno e danação...Mas talvez eu seja injusta com eles. Até mesmo a Senhora do Lago, que odiava a batina do padre tanto quanto teria odiado a serpente venenosa, e com boas razões, censurou-me certa vez por falar mal do deus deles.
“Todos os deuses são um deus”, disse ela, então como já dissera muitas vezes antes, e como eu repeti para as minhas noviças inúmeras vezes, e como toda sacerdotisa, depois de mim, há de dizer novamente, “e todas as deusas são uma deusa, e há apenas um iniciador. E cada homem a sua verdade, e Deus com ela”.
Assim, talvez a verdade se situe em algum ponto entre o caminho para Glastonbury, a ilha dos padres, e o caminho de Avalon, perdido para sempre nas brumas do mar do Verão.

Mas esta é a minha verdade; eu, que sou Morgana, conto-vos estas coisas, Morgana que em tempos mais recentes foi chamada Morgana, a Fada. ( Marion Zimmer Bradley, in As Brumas de Avalon)

E agora os padres, acreditando que isso interfere no poder do seu Deus, que criou o mundo de uma vez por todas, para ser imutável, fecharam os portões (que nunca foram portões, exceto na mente dos homens), e os caminhos só levam à ilha dos padres, que eles protegeram com o som dos sinos de suas igrejas, afastando todos os pensamentos de um outro mundo que viva nas trevas.
Na verdade, dizem eles, se aquele mundo algum dia existiu, era propriedade de Satã, e a porta do inferno, se não o próprio inferno. Não sei o que o Deus deles pode ter criado ou não.
Apesar das historias contadas, nunca soube muito sobre seus padres e jamais usei o negro de uma de suas monjas-escravas. Se os cortesãos de Arthur em Camelot fizeram de mim este juízo, quando fui lá (pois sempre usei as roupas negras da Grande Mãe em seu disfarce de maga), não os desiludi.
E na verdade, ao final do reinado de Arthur, teria sido perigoso agir assim, e inclinei a cabeça à conveniência, como nunca teria feito a minha grande Senhora, Viviane, Senhora do Lago, que depois de mim foi a maior amiga de Arthur, para se transformar mais tarde em sua maior inimiga, também depois de mim.
A luta, porém, terminou. Pude finalmente saudar Arthur, em sua agonia, não como meu inimigo e o inimigo de minha Deusa, mas apenas como meu irmão, e como um homem que ia morrer e precisava da ajuda da mãe, para a qual todos os homens finalmente se voltam.

Até mesmo os sacerdotes sabem disso, com sua Maria sempre-virgem em seu manto azul, pois ela, na hora da morte, também se transforma na Mãe do Mundo. ( Marion Zimmer Bradley, in As Brumas de Avalon) 
Morgana
Em vida, chamaram-me de muitas coisas: irmã, amante, sacerdotisa, maga, rainha. O mundo das fadas afasta-se cada vez mais daquele em que cristo predomina. Nada tenho contra o Cristo, apenas contra os seus sacerdotes, que chama a Grande Deusa de demônio e negam os seus poderes no mundo.
Alegam que, no máximo, esse seu poder foi o de Satã.
Ou vestem-na com o manto azul da Senhora de Nazaré – que realmente foi poderosa, ao seu modo –, que, dizem, foi sempre virgem. Mas o que pode uma virgem saber das mágoas e labutas da humanidade?
E agora que este mundo está mudado e Arthur – meu irmão, meu amante, rei que foi e rei que será – está morto (o povo diz que ele dorme) na ilha sagrada de Avalon, é preciso contar as coisas antes que os sacerdotes do Cristo Branco espalhem por toda parte os seus santos e lendas. Pois, como disse, o próprio mundo mudou.
Houve tempo em que um viajante se tivesse disposição e conhecesse apenas uns poucos segredos, poderiam levar sua barca para fora, penetrar no mar do Verão e chegar não ao Glastonbury dos monges, mas à ilha sagrada de Avalon: isso porque, em tal época, os portões entre os mundos vagavam nas brumas, e estavam abertos, um após o outro, ao capricho e desejo dos viajantes.
Esse é o grande segredo, conhecido de todos os homens cultos de nossa época: pelo pensamento criamos o mundo que nos cerca, novo a cada dia. ( Marion Zimmer Bradley, in As Brumas de Avalon)


http://3fasesdalua.blogspot.com.br/

The mists of Avalon Morgaine le Fay




Celtic Woman: Scarborough Fair

Imagine - John Lennon (Legendado) Excellent !!!

Muito prazer, eu sou uma bruxa. Sou descendente dos sobreviventes da inquisição. Não precisa ter medo de mim, eu não sou uma pessoa má.
Minha ligação com a energia feminina da "Mãe Natureza" é muito forte.
Estou sempre buscando o melhor conhecimento do meu corpo e do meu humor, estudando a relação existente com as fases da lua.
Tenho dois livros: um de capa preta, onde registro os preparos das receitas e das poções, bem como os trabalhos realizados, e outro, que seria um diário pessoal.
Não tenho o conceito "padrão de culpa ou/e pecado", mas sim o de responsabilidade individual pelos meus atos e pelos meus pensamentos e o respeito pelo próximo.
Bruxas e Bruxos de verdade só tem poderes mágicos por que não vivem com a cabeça na ilusão, eles vivem com os dois pés na realidade e conseguem através da sabedoria se conectar com intensidade na vida… com aquilo que ela tem de melhor e de pior – e através da participação se transformam, lutam contra os monstros que aparecem.

sábado, 14 de novembro de 2015

LILITH DEUSA

DEUSA ÁRTEMIS DIANA

BRUXA ÉVORA - Charôm Moonlua

AFRODITE DEUSA DO AMOR - Charôn Moonlua

Em horas de grande necessidade, podemos pedir a Hécate por mais energia, poder ou paciência.A Deusa pode nos ajudar em qualquer situação, basta nos concentrarmos por alguns instantes e pedir Sua bençãos.
Hécate, venha e me traga Seu poder
Coragem e força me faz ter
Respiro fundo e peço Sua atenção
Para ter foco e concentração
Agirei conforme for mais acertado
Pois tenho Você aqui ao meu lado.
Trecho do Livro A Magia de Hecate
A Lua Negra - Deusa Negra, A Sombra, o Recolhimento
Esta Face da Deusa é a sua Sombra, o Eu Verdadeiro da Deusa , a sua parte mais dura, mais fria, mais séria, mais sábia, é a fase em que a Deusa se volta pra si mesma, se volta para seu interior, olha pra dentro de si mesma e se prepara para mudar, rejuvenescer, se tornar Donzela mais uma vez na Lua Crescente, está associada a Lua Negra (que acontece 3 dias antes da entrada da Lua Nova) onde a Lua se encontra totalmente coberta pela sombra da Terra, oculta, escura, negra e nos faz nos lembrar da morte, da escuridão, das trevas e dos caminhos interiores do próprio ser humano.
A Lua Negra é o tempo de olhar para si mesmo, fazer uma auto-análise, um autoconhecimento, ficar frente-a-frente consigo, com o Eu interior, com as nossas Sombras, assim como a própria Deusa faz. Este momento é um momento de recolhimento, de descanso, de parar com os grandes trabalhos mágicos e se voltar para si, dizem ser a "Lua da Magia Negra" por não conhecerem seu verdadeiro significado, pois a Deusa se encontra "ausente", porém ela está mais presente do que nunca, ela está em nosso interior que nada mais é que o próprio útero da Deusa dentro de nós, dentro de cada um de nós.
Neste momento muitas pessoas desinformadas realizam feitiços de "Magia Negra", achando ser este o momento para isto, enganam-se, pois este não é o momento para tal ato, É um momento de "Fim de um Ciclo" para o início de outro,. é o momento mais difícil para muitos e até fácil para alguns, porém é um momento único e pessoal para cada ser humano, mesmo que não comemorem ou acreditem.
Também é a Lua associada a Morte, mas a "morte" neste caso não é o "fim", em si a mudança, transformação, o término de um ciclo para o início de outro como já foi falado, o que deve ser destruído para ser reconstruído.
Devemos olhar para nós, para cada uma de nossas Sombras e não renegá-las, sim aceitá-las, acolhe-las, nos unir a elas e nos tornarmos completos, aceitando quem e como realmente somos, só assim em meio a escuridão é que encontraremos a luz, a Verdadeira Luz, por isso, este não é o tempo de Trevas e sim de Luz.
É aconselhável realizar meditações de autoconhecimento e auto-análise nesta noite, meditações que permitam o reencontro consigo mesmo.
Antes das meditações pode fazer uma oração às Deusas Negras para auxiliar no caminho do autoconhecimento, pode ser uma oração destinada a uma Deusa Negra em especial ou a Todas Elas, exemplo:
Deusas: Hécate; Lilith.
- Meu Grimório
Kali
Divindades relacionadas a morte são quase sempre mal compreendidas, uma delas e um bom exemplo é Kali, do sânscrito Kālī काली, "a Negra", também chamada de Mãe Negra.
Kali é a deusa da Morte e Sexualidade, mas o que pode fazer realmente ser mal interpretada são as imagens que são relacionadas a ela, principalmente com a chegada de estrangeiros.
A força feminina também é um atributo dela, aliás existem muitos outros dependendo da região e dá época.
Ela é venerada por aqueles que esperam uma morte tranquila, como toda entidade relacionada com a morte tem a ver com renovação e o tempo também.
Uma das lendas mais interessantes sobre Kali é que enquanto a deusa Durga lutava contra um poderoso demônio chamado Raktabija via que cada gota de sangue que derramava dele dava origem a novos demônios, então chegou Kali (que seria uma das manifestações de Durga) que cortava as cabeças com espada e lambia o sangue para que não nascesse novos demônios, por isso nas imagens ela aparece com a língua de fora, a boca com sangue, as cabeças e a espada ou melhor dizendo cimitarra.
Dependendo da figura ela segura outras coisas como por exemplo um tridente, uma cabeça, também fica as vezes com uma saia feita de braços, outras vezes totalmente nua, em algumas imagens podemos ver que ela tem 3 olhos e cobras enroladas nos pulsos e pescoço.
Alguns objetos tem explicação bem definida: cabeças representam as letras do alfabeto sânscrito, os cabelos a ilusão, os 3 olhos a capacidade de ver o passado, presente e futuro.
A imagem de Kali em cima de Shiva tem uma lenda que diz que ele se jogou no chão como modo dela parar com a sua matança desenfreada durante uma batalha, mas possivelmente simboliza a força invencível e poderosa da morte ou da mudança. Outra lenda diz que ele já estava morto.
Existem muitas outras histórias de Kali mas nem todas são fáceis de serem encontradas na nossa língua, algumas criadas para explicar simbolismos perdidos como as duas lendas acimas podem ser.

sexta-feira, 13 de novembro de 2015




    "A magia não é só feitiços e poções. A magia é o conhecimento e o poder. E o espírito dos tempos tem levado homens e mulheres a restabelecer a ligação com os mistérios da vida que se encontram nos ritmos naturais da Mulher, da Terra, da Lua... Afinal, os mistérios da magia são os mistérios da vida!"
    ‪#‎LilianCristal‬

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domingo, 8 de novembro de 2015

Baú Runa das Bruxas.

Feito com madeira MDF
- 19 cm de comprimento
- 11 cm de altura

Este é em madeira na cor natural, mas pode ser pintado com a cor da preferência do cliente.

VALOR: 45,00 reais










Vassoura da  Bruxa para pendurar na cozinha ou atrás da porta de entrada da casa.

Valor:  38,00  +  Frete

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Pedra Citrino Bruta

 O citrino é uma das pedras da abundância. Essa pedra dinânima ensina como manifestar e atrair riqueza e prosperidade. O citrino é uma pedra de felicidade e generosidade, transmitindo alegria a todos que a contemplam. Não existe espaço para o desânimo e negatividade.
 Citrino aumenta a auto-estima e auto-confiança. Acentua a individualidade, aumenta a motivação, ativa a criatividade encorajando assima expressão de nós mesmos.
 O citrino nos faz olhar para o futuro com otimismo, seguindo em fente e deixando o passado para traz.
 Dica para o Feng Shui coloca-la no canto da abundância.

 Pacote com 250 grs

Valor  37,00 + frete

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FILTRO  DOS  SONHOS  ARCO IRIS  COM  PENTAGRAMA  NO  MEIO

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De Heitor Alves Borges

'Quando ela falou, sua voz era como se viesse das profundezas da Terra... E seus olhos... Eles eram tão triste... Havia tanta dor neles...' Merlin sobre Cailleach A palavra Cailleach significa "a Anciã" ou "a Avó" no Gaélico moderno, e provém do Irlandês antigo Caillech (Véu). Este termo passou para a língua Gaélica durante as invasões romanas ao território Celta; ao adaptar a palavra à dicção Celta, o "p" mudou para "c", e a terminação foi substituída por 'ach', que neste idioma servia para marcar adjetivos qualificativos. Com a raiz latina pallium e o morfema Celta 'ach', o significado literal de Cailleach seria "a Anciã do Véu". Este vocábulo é por vezes usado como sinônimo de 'bruxa' na Irlanda e na Escócia 

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sexta-feira, 6 de novembro de 2015

ORÁCULO  RUNAS  EM  AMETISTA

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